Jornalismo

Por que fazemos JORNALISMO?


Jornalismo é ofício, técnica, arte e ciência. É apurar, reunir, selecionar e difundir notícias, ideias, conhecimentos e informações gerais com veracidade, exatidão, clareza, rapidez, de modo a conjugar pensamento e ação (Juarez Bahia-2008).

A ONLINE Assessoria, Comunicação & Jornalismo, surge dentro do universo virtual com este sitio, tendo como base este conceito, e, com o advento da Web 2.0, a qual possibilita a todos via internet, realizar o sonho de uma sociedade inteiramente conectada, quer possibilitar que a informação regional seja um instrumento de domínio e transformação social das demandas locais, acima de tudo, aliando velocidade, qualidade, precisão, veracidade e responsabilidade para com seu leitor.

A atividade jornalística está amparada por leis e regimentos nacionais e internacionais. Juarez Bahia, em seu livro Jornalismo, Informação e Comunicação de Massa (2008), explica como funcionam algumas ferramentas da comunicação, como a informação. Para ele, informação é fundamental às relações entre indivíduos e sociedades.

A informação se desenvolve através da linguagem a qual está presente em toda a história da sociedade humana. Já a linguagem é para o homem e a vida uma necessidade e um utensílio. Ela traduz o pensamento através de seus códigos e tão logo nasce torna-se incoercível. Expressa ou silenciosamente exercitada, a linguagem opera inequívoco e insubstituível papel no sistema da informação.

“O jornalismo é um dos instrumentos básicos da comunicação coletiva, senão o principal. Representa a forma pela qual o público participa da vida social, direta ou indiretamente. Sua audiência é a massa. Nele se identificam os fundamentos das ciências da informação. Jornalismo é ainda um processo social histórico, uma necessidade humana, uma forma de expressão cultural claramente aceitos na sociedade moderna”. (Juarez Bahia-2008).

Jornalismo é ainda uma atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também se define o Jornalismo como a prática de coletar, apurar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de Comunicação. Em uma sociedade moderna, os meios de comunicação tornaram-se os principais fornecedores de informação e opinião sobre assuntos públicos.

A informação, grosso modo, pode ser visto também como a matéria prima da notícia. É na notícia que a sociedade percebe, com seus sentidos, os fenômenos da vida social. O papel do jornalismo, juntamente com outras formas de mídia, está sofrendo modificações, decorrentes da expansão da internet. Ao profissional desta área dá-se o nome de jornalista. O jornalista pode atuar em várias áreas ou veículos de imprensa, como jornais, revistas, televisão, rádio, websítios, weblogues, assessorias de imprensa, entre muitos outros.

Hohenberg afirma que é impossível conceituar a notícia porque o conceito varia em função do veículo. "Para os matutinos é o que aconteceu ontem; para os vespertinos, o fato de hoje. Para as revistas, o acontecimento da semana passada. Para as agências noticiosas, web´s, emissoras de rádio e televisão, é o que acabou de ocorrer". 

- Características básicas da notícia: precisão, interesse e atualidade

A essas qualidades deve ser acrescentada uma quarta, a explicação. Qual a vantagem de um noticiário preciso, interessante e atual, se os leitores não o entendem?

O livro de F. Fraser Bond, lntroducción al periodismo, cuja primeira edição foi publicada em 1954, defíne o que considera os num sistema complexo, ético e político que envolve cada um desses conceitos.

- Deveres da imprensa: independência, imparcialidade, exatidão, honradez, responsabilidade e decência. 

- Classificações da notícia e valor notícia em vigor são quatro: a oportunidade, a proximidade, o tamanho (o muito pequeno e o muito grande atraem a atenção) e a importância (o autor adverte que a notícia trivial, se revestida de interesse, com frequência terá mais valor que os anúncios importantes e significativos que são repetitivos).

Como principais elementos de interesse da notícia ele aponta doze itens:

1- interesse próprio

2- dinheiro

3- sexo

4- conflito

5- insólito

6- culto do herói e da fama

7- incerteza

8- interesse humano

9- acontecimentos que afetam grandes grupos organizados

10- competência, descobrimento e invenção e delinquência

Mário Erbolato afirma que "a evolução e a adoção de novas técnicas no jornalismo, elevado à profissão e não mais praticado por simples diletantismo, levaram a uma conquista autêntica: a separação entre, de um lado, o relato e a descrição de um fato, dentro dos limites permitidos pela natureza humana e, de outro, a análise e o comentário da mesma ocorrência" , ele está, por linhas tortas, percebendo uma evidência que as críticas meramente ideológicas do jornalismo burguês não reconhecem.

É claro que não se trata do simples "relato" e "descrição" de um fato, dentro de supostos "limites permitidos pela natureza humana", separado da análise e do comentário. Trata-se, sim, de uma nova modalidade de apreensão do real, condicionada pelo advento do capitalismo, mas, sobretudo, pela universalização das relações humanas que ele produziu, na qual os fatos são percebidos e analisados subjetivamente (normalmente de maneira espontânea e automática) e, logo após, reconstruidos no seu aspecto fenomênico.

Quanto aos "atributos" da notícia, Luiz Amaral apresenta também sua própria classificação: atualidade, veracidade, interesse humano, raio de influência, raridade, curiosidade e proximidade.

Segundo Mário L. Erbolato, no livro Técnicas de codificação em jornalismo, há necessidade de separarmos os três aspectos da divulgação de um fato: "informação, interpretação opinião".

Embora o jornalismo expresse e reproduza a visão burguesa do mundo, ele possui características próprias enquanto forma de conhecimento social e ultrapassa, por sua potencialidade histórica concretamente colocada, a mera funcionalidade ao sistema capitalista.

Ora, as impressões puramente pessoais, o modo singular do jornalista perceber um fato e reagir diante dele, as idiossincrasias, constituem precisamente aquilo que não interessa discutir na questão da objetividade. O exercício da objetividade com relação aos fatos de grande "incidência política e/ou social" não é mais do que "um mito".

Parece claro que a questão da liberdade de informação, entendida em seu sentido lato, só poderá ser resolvido no quadro das liberdades democráticas em geral. Só haverá realmente liberdade de informação quando houver ampla prática das liberdades democráticas.

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